Invenção de estudante brasileiro substitui antibiótico por luz

12/12/2014

O emissor de luz criado pelo pernambucano Caio Guimarães é capaz de matar até as bactérias mais resistentes

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Invenção de estudante brasileiro substitui antibiótico por luz
Uma espécie de lanterna com lâmpadas de led, o equipamento já foi testado pelo exército americano.

Ao invés de antibióticos que agridem o estômago, luzes capaz de trata infecções. Essa foi a ideia desenvolvida pelo estudante pernambucano Caio Guimarães, que durante um estágio no Wellman Center, laboratório de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), desenvolveu a tecnologia capaz de tratar infecções através da irradiação de luz nos tecidos humanos.

Em uma frequência que mata até mesmo as bactérias mais resistentes, os equipamentos são capazes de eliminar a infecção em cerca de uma hora. Bem mais eficiente que os antibióticos que existem no mercado farmacêutico, o mecanismo já foi testado em uma pesquisa patrocinada pelo exército norte-americano para eliminar uma bactéria encontrada em ferimentos de soldados que foram ao Iraque.

Como uma lanterna portátil, o equipamento conta com lâmpadas de led calibradas para irradiar uma frequência exata de luz, que é visível a olho humano e não tem efeitos colaterais. Uma microagulha guiar a luz da fonte para dentro dos tecidos humanos, atingindo até mesmo áreas mais profundas. Em fevereiro de 2015, o trabalho será apresentado no Photonics West, em São Francisco, na Califórnia.

Veja abaixo o vídeo produzido pelo Diário de Pernambuco. 

Comente via asboasnovas.com
Comentários
  • Eloy Severo 31/12/2014

    Parabéns a esse jovem. Quando eu vejo uma notícia dessas, chego a voltar a acreditar no Brasil, tão carente de autoridades.

  • creuza do vale 30/10/2015

    Parabéns, não desista nunca de suas pesquisas com a Luz você descobrirá a cura para infinidades de doenças. Tratamentos com Luz, existem em vários livros, acabei de ler: Luz a medicina do Futuro de Jacob liberman, maravilhoso.

  • Luiz Gozaga Barbosa Pires 30/01/2015

    Ótimo! Só não pode deixar virar propriedade destes laboratórios farmacêuticos que dominam o mercado transformando as doenças em fonte de renda, transformando, por exemplo, o tratamento do câncer numa fonte de renda sem fim.

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